Aborto, o Homem e seus diferentes nomes.

Segue um esboço de reflexão a respeito de um assunto espinhoso, não é minha palavra final sobre o assunto, mas espero desenvolver melhor. Mas penso que o núcleo do problema seja esse.

Quando digo “embrião”, “feto”, “recém-nascido”, “bebê”, “criança”, “jovem”, “adolescente”, “adulto”, “velho”, ainda que o sentido desses termos aparentemente se refiram a coisas diferentes, isso é só aparente, uma vez que, mediante não o dado empírico, mas a própria capacidade da inteligência de compreender o que as coisas realmente são, nós, seres racionais, sabemos do que estamos falando.

Somos capazes de saber que a diferença só se dá entre os diversos sentidos do tipo de relação social estabelecida por cada fase da vida de um mesmo e irrepetível ser, tal como é portador de uma mesma identidade numérica irredutível em uma unidade incondicionada, a essa unidade chamamos ‘vida humana’.

Ou seja, aquele ser referido pelos diferentes “nomes”, não está sujeito a convenções e nem pode ser determinado por acordos entre cientistas em laboratório, políticos em assembleias e juízes em tribunais, religiosos em seus cultos; o que ele verdadeiramente ainda que dependa de um ato humano enquanto gêneses biológica, não depende enquanto ao seu fundamento objetivo.

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