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Confissão de um ex-abortista

Já fui um defensor do aborto. Nas décadas de 80 e 90 eu tinha clara consciência científica de que "embriões não passam de punhados de células". "Não há ninguém ali", pensava com convicção, "é preciso esperar o sistema nervoso central para, como num passe de mágica, aquela coisa receber o estatuto de ‘pessoa’”.

Na minha cabeça de estudante de química, um alface tinha mais valor do que um embrião humano, já que o alface poderia ser usado, pelo menos, … Continue Reading ››

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